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quinta-feira, 5 de abril de 2012

São poucos. Poucos são os que sabem amar

Amar não é julgar e tratar com desdém na primeira circunstância. 
Amor não acaba, no máximo se transforma em carinho, respeito e admiração.
Não, o amor não se transforma em ódio. Quem ama não odeia, mesmo quando o impulso é o de querer odiar. O coração simplesmente não deixa. O amor não permite.

Amamos? Sim, muito. Amamos a rotina que temos ao lado de alguém. A comodidade, as facilidades. Amamos os outros enquanto eles são perfeitamente o que queremos que sejam, sem erros, sem tropeços. Quando as dificuldades aparecem, continuamos amando. Amando o nosso orgulho, o nosso ego. 

Quem sabe um dia a gente aprenda que amor é um sentimento que não cabe no peito e que não evapora de um dia para o outro.Quem ama compreende, perdoa, considera. De contrário, o amor é outro. É próprio. 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Você quer ser feliz?

A vida nos dá duas opções: ou vivemos infelizes pelas coisas erradas que acontecem no nosso cotidiano, ou percebemos o quanto somos rodeados de motivos para seremos felizes.

Podemos chorar e nos deprimirmos pelas oportunidades perdidas, ou podemos perceber que muitas vezes o que acreditamos ter dado errado, lá na frente vai resultar em coisas boas.

Tudo é uma questão de escolha. Você quer ser feliz ou não? Afinal, a felicidade é a gente que faz.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Saudade

Ferida que não cura.
Sentimentos que apenas adormecem.
Os dias passam e nada muda.
Sua vontade é voar.
Voar para longe.
Não consegue.
Seguir em frente é preciso, mas soa como impossível.
No fim, a espera será eterna.
E a cada novo dia a vontade de voltar aumentará.
Voltar para fazer diferente.
Voltar para agir com o coração.
Voltar a voar.
Voltar para mim

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O vento e o Sol


Eu quero um furacão.
Uma tempestade que leve para longe o que eu quero esquecer.
Quero ventos fortes o suficiente para estremecerem as minhas bases, para que fique apenas o que for realmente sólido. O que vale a pena lutar.

Não quero mais olhar para trás. Com os olhos e com o coração.
Quero a brisa reconfortante que vem após a destruição.
Um abraço dos primeiros raios de Sol.
Quero o susto de um trovão.
E o silêncio, enfim.